Finalmente resolvi voltar a escrever.
Mas agora os tópicos serão ligeiramente [sim, existe um certo tom irônico aqui] diferentes dos de costume...
Abro um novo assunto para este Blog:
Sucesso Pessoal [principalmente] e Social também.
Espero começar novos textos em breve!
Abraços,
vosso amigo, Edu.
{ music } Radiohead
{ book } O Gene Egoísta - Richard Dawkins
{ mood } busy
Written by eddy85br at 03:00 AM. Filed under Sucesso Pessoal.
[pela primeira vez, não farei o texto antes, vou colocá-lo direto aqui...]
Normalmente, pensamos que não existe forma melhor de se conhecer que se olhando no espelho.... no seguinte sentido: olhar e auto-avaliar nossas próprias ações, como vemos nossa imagem num espelho, porém, a imagem está no passado, porque só podemos avaliar nossas ações depois delas ocorrerem e estarmos distantes o suficientes dela, pra poder raciocinar...
Para conhecermos à nós mesmos, devemos ir no cerne de nossos sentimentos, conhecer a fundo os motivos de nossas ações e avaliar, de longe, como agimos em determinadas circunstâncias.... e parece que quanto maior a distância em que olhamos, quanto mais isento de afecções estamos, melhor julgamos, melhor pesamos em uma balança... o problema, é quando precisamos nos conhecer, pensar e escolher as ações, na hora, lotado de afecções a nos atingir...
Mas em um belo dia, a gente descobre que pra nos conhecermos, devemos perguntar a quem está do nosso lado, pois este, sim, consegue nos olhar, literalmente, de fora, e julgar apenas tuas ações, sem saber o que passa em tua mente... e, são nossas ações, obviamente, que nos descreve, que mostra quem somos...
Acabei de me ensinar isso...: "...poupar as pessoas de sofrer é poupá-las de aprender também..." e o melhor é que eu falei isso tentando ensinar..... nada como respirar e olhar para trás.. e ver que muitas vezes o que dizemos a outros, são coisas que deveriamos dizer a nós mesmos...
E essa "minha" frase [como sempre acontece...] me lembra um filme [Pequena Miss Sunshine, no caso], em que um personagem cita alguma coisa que um tal de Proust pensou um dia.... que nos momentos de felicidade, não vivemos, apenas vamos com a maré, estamos numa inércia e inertes, com relação a crescimento interior..... e que nos momentos de tristeza, é que aprendemos, pensamos, crescemos, nos tornamos fortes..... algo bastante mais bem elaborado do que "o que não nos mata nos fortalesce", mas em essência o mesmo...... eu nunca gostei de concordar com isso, apesar de ser um raciocínio impecável, pois os momentos de felicidade são também os "únicos" em que realmente vivemos, em que somos nós, ausentes de medo, de raiva, de decepção, e principalmente ausentes de dor, que nos fere tanto o pensar, e o agir da forma que queremos... da forma que somos...
À todos os meus amigos, fica aqui meu agradecimento, do fundo do meu ser, por terem me mostrado quem eu realmente sou, e o que eu devo melhorar... obrigado pelo crescimento com tão pouca dor...... Eu vos admiro, valorizo e estimo a todos... =]
{ music } My conscience
{ show } Myself, nude, in a mirror
{ mood } grateful
Written by eddy85br at 02:41 AM. Filed under Inside my mind.
Acordamos pela manhã.... e achamos: há de ser um dia como o anterior, rotineiro, legal, mas sem grandes novidades...
A vida é, e sempre será, uma caixinha de [boas!] surpresas.
Obrigue a vida a te surpreender...... porque quando ela deixa de ser essa caixinha: como disse alguém, um dia, sabiamente: "quem quase vive já morreu"...
De repente eis que enxerga-se, um espetáculo à vista! Que surpresa! E que espetáculo! Bastou olhar e está feito o convite. Vamos [v]i(r )ver?!
A música da vida, a dança da vida, é linda, aos olhos de quem quer ver. O segredo do belo e do perfeito está em saber olhar, apreciar... valorizar cada detalhe, cada movimento, cada luz, cada brilho, cada som.
Imagens, falam mais do que mil palavras. Essa é velha... mas é como algumas coisas que, com o tempo, melhoram. E cada vez que penso nesse dito popular, mais sentido me faz. E o mesmo vale para todas as outras "experiências sensíveis"...
Ao fim de um espetáculo, sempre, outro começa... e é sentir cada um deles, que nos torna, realmente, vivo!
Todos deveriam poder fazer um filme de si, onde um terceiro filmasse todas as nossas primeiras vezes, do melhor ângulo possível... o primeiro brinquedo, o primeiro dia na escola, o primeiro beijo, o primeiro sucesso e a primeira grande quebrada de cara. E nele, juntássemos também imagens dos mais valiosos momentos, das melhores sensações, sorrisos, olhares, risadas... da melhor falta das palavras, dos momentos onde falar não faz sentido, naqueles em que só sentir está a par do ocorrido...
Nesse filme, o melhor dia ensolarado, a melhor chuva, e também, um bom banho de chuva... o maior silêncio ouvido, o som que mais acalmou, e o que mais excitou. Não é permitido esquecer [só não sei como isso entra num filme...] o melhor cheiro, muito menos o melhor sabor da melhor bebida, ou comida, experimentada. Também não sei como entra num filme o tato de um carinho perfeito, daquele abraço na hora perfeita...
A melhor frase ouvida, a mais longa e a mais curta linha de raciocínio pensada....... e como também faz parte do que nos forma e nos transforma: o maior medo sentido [que espetáculo!].
Como passar, num filme autobiográfico, nossa essência?!
Seria gravando o sentimento preferido, ou filmando aquele papo com aquele amigo, para todas as horas? As músicas preferidas? O poema, livro, ou assunto preferido? Difícil dizer... À essência inexiste forma, cor, volume, cheiro, sabor, som ou aspereza... talvez à ela exista apenas uma grandeza: a densidade...
Da mesma forma que diferimos a densidade da água e a do ósmio, sentimos o quanto vale a densidade de uma essência, de um valor e de um amor.
Possivelmente, em nosso filme, deveríamos mostrar nosso melhor! Como disse um provérbio japonês: "Jinsei o shinken ni ikiru", que quer dizer algo do tipo: “viver e experimentar a vida inteiramente, usando nossas habilidades ao máximo”, ou seja, dê o melhor de si!!! [...] ou o filme fica sem graça, o que seria péssimo, principalmente se somos o roteirista, o protagonista e também o diretor!
E como de costume, as palavras me faltam... pois como disse um grande sábio que passou por esse belo e imenso [no entanto, esgotável] mundo:
“A linguagem é uma fonte de mal-entendidos...”
[Antoine de Saint-Exupéry]
Ahhh, e como posso esquecer? do mesmo autor:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
Então, faça para que em teu filme, o que semeias apareça, ao final, colhido!
Bom, e como disse o cara supracitado [para que eu não coma a cereja sem o restante, o bolo]:
“Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morra esteja vivo, quem quase vive já morreu.”
[L. F. V.]
{ music } Miles Davis
{ mood } happy
Written by eddy85br at 02:29 AM. Filed under Inside my mind.
"Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim."
[Carlos Drummond de Andrade]
{ music } Foo Fighters - Dave Grohl fazendo cover de "Tiny Dancer" de Elton John (Kilborn_February 17, 2001)
{ book } Micro/Macro 2
{ show } La vie...
{ mood } happy
Written by eddy85br at 02:54 AM. Filed under Inside my mind.
"Devemos ter a capacidade de se espantar com as coisas, não de considerá-las 'normais'."
"Quanto mais me descubro,
mais me admiro:
Comigo, com o mundo, com as pessoas,
com o acaso, que não existe.
Me admiro com os momentos, com os segundos...
Me admiro com 10 minutos... Me admiro!"
[Não fui eu quem criou, portanto: créditos: Rafi.]
{ music } the sound of the birds outside my window...
{ mood } happy
Written by eddy85br at 03:28 PM. Filed under Inside my mind.